
Da adoção acelerada de novas tecnologias para a aplicação estratégica e com resultados mensuráveis de fato: essa será a grande tendência tecnológica para o setor financeiro em 2026. Ao menos segundo um estudo recente da Topaz, empresa do Grupo Stefanini especializada em soluções financeiras, em parceria com a Celent. Foram ouvidos 1.023 líderes de instituições do setor em 20 países.
O estudo – chamado Pulso – O futuro dos pagamentos digitais na América Latina, em sua 7ª edição – indica que a infraestrutura tecnológica segue como maior prioridade de investimento para mais da metade das instituições financeiras nos próximos dois anos. Incluem-se aí modernização de sistemas legados, migração para nuvem e reforço da cibersegurança.
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A pesquisa indica ainda que a inteligência artificial deixou o estágio experimental e passa a ser aplicada de forma mais pragmática. Cerca de um terço das instituições aponta a IA como prioridade de investimento, com casos de uso principais em prevenção a fraudes, detecção de crimes financeiros e automação de processos críticos.
“A IA que apenas responde comandos está ficando obsoleta. O que ganha espaço agora é a inteligência aplicada, capaz de interpretar contexto, apoiar decisões e gerar valor mensurável para o negócio”, explica em comunicado Jorge Iglesias, CEO da Topaz.
Outro movimento destacado é o investimento em IA agêntica, que começa a impactar o atendimento ao cliente. Instituições que adotaram agentes registram reduções de até 25% no tempo médio de atendimento e aumentos próximos de 20% nos índices de satisfação, segundo dados consolidados por fornecedores globais do setor e citados no estudo.
É possível acessar a pesquisa completa (mediante cadastro) nesse link.
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