
A Cohesity anunciou na semana passada uma série de novos recursos de proteção contra ameaças para o Data Cloud, incluindo integrações com tecnologias do Google, especificamente o Threat Intelligence e o Private Scanning. A promessa é de que empresas clientes melhorem esforços de combate a malwares escondidos em backups.
Segundo a empresa, a abordagem é diferente das tradicionais na medida em que faz a análise de malware diretamente na plataforma por meio de inteligência artificial, o que eliminaria um dos “pontos cegos” mais perigosos do setor. Trata-se da tática “low-and-slow” (lenta e discreta, em tradução livre). Contra ela, “ferramentas baseadas apenas em assinaturas são insuficientes”, diz a Cohesity.
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“O malware não detectado e oculto em dados de backup pode tanto reinfectar sistemas restaurados quanto, quando devidamente escaneado, revelar ataques low-and-slow que escapam da detecção tradicional”, diz em comunicado Gustavo Leite, vice-presidente da Cohesity para a América Latina e Caribe. “[Com as novidades] damos aos clientes visibilidade e contexto (…) sobre ameaças potenciais, além de novas formas de avaliar e eliminar riscos sem fragmentar workflows ou introduzir complexidade operacional.”
A Cohesity também anunciou um recurso de “análise de sandbox segura”, habilitada pelo Private Scanning do Google. O recurso prometo que arquivos suspeitos sejam detonados em ambiente isolado, o que em tese preserva o ambiente do cliente.
A ideia é que as equipes de segurança calculem riscos de malwares desconhecidos ou evasivos antes de restaurar dados ou reintroduzir arquivos na produção.
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